segunda-feira, 29 de novembro de 2010


"Eram dias parados, aqueles. Por mais que se movimentasse em gestos cotidianos - acordar, comer, caminhar, dormir -, dentro dela algo permanecia imóvel..."


Caio Fernando Abreu

domingo, 21 de novembro de 2010


"É lenta e quase não fala.
[...] E a gente sente que ela não espera mais nada
de nada nem de ninguém , que está absolutamente
sozinha e numa altura tal que ninguém jamais
conseguiria alcançá-la.

(Caio Fernando Abreu)

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