"Eram dias parados, aqueles. Por mais que se movimentasse em gestos cotidianos - acordar, comer, caminhar, dormir -, dentro dela algo permanecia imóvel..."
Caio Fernando Abreu
domingo, 21 de novembro de 2010
"É lenta e quase não fala. [...] E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém , que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la.